28 de novembro de 2010

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As vezes eu me pego pensando em tanta coisa.
Tantas coisas que não fazem sentido.
Antes de dormir, na luz fraca do abajur do meu quarto eu fico questionando tudo que eu fiz, com a cabeça no travesseiro, repassando todos os dias para ver onde eu errei. E por incrível que pareça acho que dessa vez não errei. E ai, e as perguntas sem respostas, e os planos que ficaram pelo meio do caminho, e as ideias? Os desejos, as vontades, os “eu quero”, “nós vamos”, “quando formos”? Se perderam na incrível vontade de acabar?
Ou é mesmo verdade que tudo que foi um dia tem que voltar?

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